Blumenau, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
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Afrânio Boppré defende articulação entre governos e políticas públicas em SC

Candidato ao Senado afirma que pretende aproximar Santa Catarina do governo federal e propõe mudanças em saúde, educação e segurança.

“As medidas protetivas ficam na bolsa, mas quando a mulher precisa de socorro, as delegacias estão fechadas”, critica Afrânio Boppré | DIARINHO

Afrânio Boppré defende uma maior articulação entre Santa Catarina e o governo federal caso seja eleito senador. Ele afirma que pretende atuar como representante do estado em Brasília e aproximar municípios, governo estadual e União na definição de políticas públicas e investimentos.

O candidato também criticou o governador Jorginho Mello e afirmou que a falta de diálogo prejudica principalmente a população mais pobre. Como exemplo, mencionou visitas de ministros a Santa Catarina que, segundo ele, não foram acompanhadas pelo governador. Boppré disse esperar que Gelson Merisio seja eleito governador e afirmou que pretende exercer uma função de articulação política no Senado.

Na avaliação do candidato, indicações para o Supremo Tribunal Federal, o Banco Central e outros órgãos devem combinar critérios técnicos e políticos. Ele defendeu que o Banco Central não seja orientado pelos interesses dos banqueiros e afirmou que reformas no Judiciário, no Executivo ou no Legislativo devem consolidar a democracia brasileira.

Educação e infraestrutura

Boppré manteve as críticas ao Universidade Gratuita. Ele defendeu uma reformulação do programa e afirmou que os recursos deveriam ser direcionados aos estudantes, como ocorria por meio do artigo 170 da Constituição. Para o candidato, a política deve garantir educação pública gratuita.

Sobre as rodovias federais, citou as BRs 101, 470, 280 e 282 e disse que a definição de prioridades precisa ser discutida com os governos federal e estadual. Também criticou projetos apresentados sem planejamento, projeto executivo ou previsão orçamentária.

Na saúde, afirmou que pretende destinar emendas com participação das áreas responsáveis e da população. Boppré disse que cada senador dispõe de R$ 600 milhões em emendas e defendeu o orçamento participativo para definir a aplicação dos recursos.

Violência contra a mulher e jornada de trabalho

O candidato afirmou que a violência contra a mulher exige políticas públicas permanentes. Ele defendeu ações na educação para promover relações de convivência sadias e criticou a falta de acolhimento em delegacias. Também mencionou a Casa da Mulher Brasileira e disse que pretende mobilizar forças políticas para ampliar a proteção às mulheres.

Boppré explicou que trocou a disputa pelo governo de Santa Catarina pela candidatura ao Senado após uma decisão de composição política do partido. Segundo ele, a mudança busca enfrentar a extrema-direita e dar consequência prática à aliança eleitoral.

Ao falar sobre sua trajetória, citou a experiência como professor, economista e deputado estadual por duas ocasiões. Ele também defendeu o fim da escala 6 por 1 e afirmou que, se eleito, pedirá urgência para a votação do tema no Senado.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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