Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Fiscalização de velocidade média é suspensa para revisão de sinalização

ANTT interrompe projeto-piloto em rodovias federais concedidas e anuncia revisão da comunicação aos motoristas.

Fiscalização de velocidade média é suspensa para revisão de sinalização

Trinta condutores recusaram o bafômetro durante a operação Segunda Tem Lei, realizada pela Guarda Civil Municipal de Vitória (GCMV) na Ilha do Príncipe, na última segunda-feira. A fiscalização ofereceu o teste a 170 motoristas, com cerca de uma recusa a cada seis abordagens.

A negativa é considerada infração gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Também foram registradas 45 infrações, incluindo quatro casos de condução sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), três ocorrências de entrega ou permissão da direção a pessoas não habilitadas e uma manobra perigosa feita por motociclista.

A gerente de Operações de Fiscalizações e Trânsito da GCMV, Yamara Pin, afirmou que a escolha da Ilha do Príncipe ocorreu após denúncias relacionadas a um evento na região. A operação é realizada às segundas-feiras, com foco no combate à alcoolemia e na prevenção de acidentes. A GCMV também faz fiscalizações em outros dias, horários e locais.

Projeto-piloto de radares

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) suspendeu os testes de equipamentos que calculam a velocidade média em rodovias federais concedidas. Antes de retomar o projeto-piloto, a agência informou que vai revisar a sinalização e a maneira de comunicar aos motoristas a fiscalização.

A iniciativa havia sido anunciada na semana passada para rodovias de oito estados, incluindo o Espírito Santo. Os dados coletados pelos equipamentos seriam enviados à ANTT para análise. No estado, os radares estão instalados entre os quilômetros 102 e 125 da BR-101, na região da Reserva Biológica de Sooretama, pela Ecovias Capixaba.

O sistema calcula a média desenvolvida pelo veículo entre dois equipamentos, diferentemente dos radares tradicionais, que registram a velocidade em um ponto específico. Desde maio, os aparelhos são usados no Espírito Santo apenas em ações educativas, sem aplicação de multas.

Segundo o especialista em Segurança Viária Anthony Moraes, ainda é necessária uma regulamentação específica para que o modelo seja usado na aplicação de multas. O especialista em Trânsito André Cerqueira, do Movimento Capixaba para Salvar Vidas no Trânsito (Movitran), afirmou que o período educativo permite aos motoristas se acostumarem com a tecnologia.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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