Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Brasil

Augusto Cury reforça candidatura como alternativa à polarização no Rio

Em ato em Copacabana, candidato do Avante defendeu uma opção entre esquerda e direita e apresentou propostas para o Bolsa Família.

No Rio, Cury diz ser 3ª via e enaltece eleitores de direita e esquerda

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou, durante um ato de campanha na praia de Copacabana, que pretende se apresentar como alternativa à polarização entre esquerda e direita. Ele participou de uma caminhada pela orla e discursou sob chuva, em um trio elétrico, entre o posto 6 e o posto 5.

Cury defendeu que o país não seja conduzido por apenas dois grupos políticos. Durante o discurso, declarou: "O Brasil não aguenta mais ser capturado por apenas duas famílias". Em outro momento, afirmou que eleitores dos dois campos ideológicos devem ser respeitados.

Propostas e declarações

O candidato também mencionou o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. Após enviar um cumprimento ao ministro durante o ato, Cury disse à imprensa que deseja transparência e independência para a investigação de indícios de corrupção, sem declarar apoio específico a um integrante da Corte.

A caminhada reuniu cabos eleitorais que trabalhavam para candidatos a deputado estadual e federal. Entre 9h e 11h, grupos permaneceram na região. Durante o percurso, candidatos do Rio tentaram se aproximar de Cury para gravar vídeos destinados às próprias campanhas. Houve tensão na entrada e na saída do candidato, com tentativas de acesso a áreas fechadas.

Cury também relatou ter origem humilde e citou uma visita recente à favela da Rocinha. Ele afirmou ao público que viveu dificuldades relacionadas à falta de roupas e calçados, em vez de apenas estudar a pobreza.

Na área social, o candidato propôs mudanças no Bolsa Família. A ideia apresentada é manter o benefício para quem conseguir emprego formal e acrescentar uma premiação nesses casos. Cury disse que os valores atuais, de R$ 600 e R$ 150 por filho, não seriam suficientes para permitir que os beneficiários realizem projetos como comprar uma casa ou um carro. "Todos os que assinarem a carteira não perderão o benefício", afirmou.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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