Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Caiado critica andamento no STF e propõe investigação sobre Alexandre de Moraes

Candidato também defendeu idade mínima para indicados ao Supremo e análise prévia da vida pregressa por órgãos federais.

Caiado considera que STF está em 'fase procrastinatória' e pede abertura de investigação contra Alexandre de Moraes
Foto: Vinícius Silva/g1 Goiás

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) defendeu a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e criticou o andamento de uma votação no Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada nesta terça-feira (15), durante entrevista coletiva.

Caiado afirmou que a Corte atravessa uma “fase procrastinatória”, expressão usada por ele para descrever o adiamento da análise principal enquanto uma questão preliminar é discutida. No caso mencionado, o STF avalia uma questão de ordem sobre a reunião de processos para julgamento conjunto no dia 23.

“Tem que se aguardar essa decisão”, declarou o candidato. Na avaliação dele, a votação preliminar retarda o exame do mérito dos processos.

Mudanças nas regras do Supremo

Caiado também propôs uma alteração na Constituição para tornar mais rígidos os critérios de nomeação para o STF. Entre as medidas defendidas está a exigência de idade mínima de 60 anos para os indicados, além de trajetória profissional reconhecida.

A proposta inclui ainda uma verificação antecipada da vida pregressa dos candidatos. Essa análise seria feita por órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a Polícia Federal, antes de o Executivo encaminhar o nome ao Senado.

O candidato classificou o momento institucional do país como de “degradação moral completa”. Ele associou a deterioração do regime democrático à ausência de posicionamento de lideranças e ao envolvimento de figuras públicas em escândalos. Também afirmou que questões como violência, criminalidade e endividamento acabam deixadas em segundo plano.

Sobre uma eventual relação entre o Palácio do Planalto e o STF, Caiado disse que respeitaria a Constituição caso fosse eleito. Ele citou sua atuação à frente do governo de Goiás como referência e afirmou que a harmonia entre os poderes deveria ser conduzida pela autoridade moral do governante e pela rejeição a negociações políticas espúrias.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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