Blumenau, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
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Caiado apresenta propostas nacionais baseadas em ações de Goiás

Em campanha no estado, candidato do PSD citou programas sociais, regionalização da saúde e uma proposta de inteligência artificial contra o crime organizado.

Caiado diz que resultados de Goiás podem ser levados ao Brasil
Foto: Eliane Barros/g1 Goiás

Ronaldo Caiado, candidato do Partido Social Democrático (PSD) à Presidência da República, afirmou que resultados obtidos durante sua gestão em Goiás podem ser ampliados para o Brasil. A declaração foi feita durante agenda de campanha na região noroeste de Goiânia, nesta quinta-feira (24).

Ao lado da esposa, Gracinha Caiado (UP), o candidato reuniu políticos e apoiadores na Praça da Feira, no bairro Morada do Sol, visitou comércios e conversou com empresários da região. Durante o ato, mencionou iniciativas nas áreas de saúde, segurança pública e programas sociais.

“Goiás cresce o dobro do Brasil neste momento. Para vocês terem uma ideia, eu tenho 88% de aprovação”, afirmou Caiado. Ele também disse que, entre 10 goianos, 9 o apoiam.

Programas sociais e saúde

Ao tratar das ações sociais, Caiado declarou que 602 mil pessoas deixaram a extrema pobreza durante sua gestão e passaram a viver com renda própria. Ele associou o resultado a iniciativas de capacitação profissional, como o programa Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás (COTEC).

Na saúde, o candidato afirmou que houve regionalização do atendimento com a implantação de hospitais em Itumbiara, no sul do estado, no entorno de Brasília, no norte de Goiás, no Vale do Araguaia e nas regiões oeste e sudoeste.

Caiado também declarou ter um passado digno e afirmou que não está envolvido em casos de corrupção ou no Banco Master.

Proposta de inteligência artificial

Para a segurança pública, o candidato disse que pretende criar, caso seja eleito, a IA Sentinela, um programa de inteligência artificial voltado ao combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro.

A proposta reuniria informações do Coaf, da Receita Federal, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Polícia Federal. Segundo Caiado, os dados poderiam ser repassados às autoridades brasileiras para identificar alterações patrimoniais e informações relacionadas a pessoas e empresas que estejam atuando fora da legalidade.

“É a maneira de asfixiar o crime, é a maneira de conter essa lavagem de dinheiro”, declarou.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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