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Celina Leão rejeita envolvimento em negociação entre BRB e Banco Master

Governadora do Distrito Federal afirma que não foi consultada sobre a compra e que se opôs à operação desde março de 2025.

Celina Leão rejeita envolvimento em negociação entre BRB e Banco Master

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), negou ter participado das negociações para a aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Em nota oficial, o Governo do Distrito Federal (GDF) afirmou que “não é verdade que a governadora tenha participado de qualquer tipo de negociação”.

A manifestação ocorreu após a divulgação de mensagens de texto datadas de abril de 2025, nas quais o ex-banqueiro Daniel Vorcaro dizia que Celina teria participado das tratativas. Ele também afirmava que a oposição pública da governadora ao negócio seria um “jogo pra se preservar na política”.

Celina respondeu que nunca foi consultada sobre a compra e reafirmou sua rejeição ao acordo. Conforme o GDF, declarações atribuídas a Vorcaro indicam que ela já era contrária à transação pelo menos seis meses antes da operação policial que resultou na prisão do executivo.

A nota também informa que, após o anúncio da futura transação, em março de 2025, Celina manifestou publicamente sua oposição. Naquele momento, ela ocupava o cargo de vice-governadora e não descartava rever a operação caso assumisse o comando do Distrito Federal.

O GDF sustentou ainda que não há mensagem de Celina para Vorcaro, nem comunicação enviada por ele diretamente a ela. A administração também negou a existência de reunião, ligação, documento ou outro registro que comprove a participação da governadora na negociação.

A tentativa de aquisição ocorreu durante a gestão de Ibaneis Rocha (MDB) no GDF, quando Paulo Henrique Costa presidia o BRB. Segundo investigações da Polícia Federal, a operação envolveu a transferência de cerca de R$ 17 bilhões ao Banco Master. Desse total, R$ 12,2 bilhões seriam relativos a títulos falsos.

Em complemento à nota, o GDF afirmou que Vorcaro, investigado e preso, comentava as posições políticas de Celina para uma terceira pessoa também investigada. A administração declarou que a governadora responde por seus próprios atos, e não pelas afirmações feitas pelo ex-banqueiro a respeito dela.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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