PARELHAS — O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB), mantém a investigação sobre o acidente com o avião que transportava o cantor Rey Vaqueiro. A aeronave saiu da pista durante o pouso e pegou fogo na madrugada de domingo (13), em uma área de mineração de Parelhas, no Rio Grande do Norte.
O avião, de matrícula PP-WMO, levava o cantor, cinco integrantes da equipe, o piloto e o copiloto. As oito pessoas que estavam a bordo conseguiram sair da aeronave e foram encaminhadas para avaliação médica. Ninguém ficou ferido.
Etapa inicial da investigação
De acordo com a FAB, equipes especializadas prosseguem nesta segunda-feira (14) com a chamada Ação Inicial. Essa fase ocorre logo após uma ocorrência aeronáutica e envolve a coleta e a confirmação de informações relevantes para o caso.
Durante os trabalhos, investigadores qualificados e credenciados analisam os danos causados à aeronave ou provocados por ela. Também são reunidos dados que podem contribuir para esclarecer as circunstâncias do acidente.
Até o momento, o Cenipa não informou o que levou à saída da pista nem ao incêndio. As informações obtidas nessa etapa serão usadas no andamento da investigação, que busca identificar possíveis fatores contribuintes. Se necessário, o órgão poderá emitir Recomendações de Segurança para evitar ocorrências semelhantes.
A FAB informa que as investigações do Cenipa têm caráter preventivo e são voltadas à segurança das operações aéreas.
Aeronave foi destruída
O avião é um Cessna 550 Bravo, fabricado em 2006. A aeronave pertence ao empresário conhecido como irmão do cantor Wesley Safadão.
As chamas atingiram as duas turbinas. O Corpo de Bombeiros foi acionado e atuou por cerca de cinco horas no combate ao incêndio. Apesar do fogo, os ocupantes deixaram o avião, que ficou destruído.
A causa do acidente será apontada somente após o avanço da investigação conduzida pelo Cenipa.







