O Distrito Federal mantém medidas de controle do Aedes aegypti durante todo o ano, incluindo o uso de drones, ovitrampas e mosquitos com a bactéria Wolbachia. A estratégia busca identificar criadouros e agir antes do aumento da circulação da dengue.
A doença apresenta comportamento sazonal no DF, com crescimento de casos e risco de epidemias entre outubro e maio. Calor e chuvas frequentes favorecem a reprodução do mosquito nesse intervalo. Fora desse período, a orientação é reforçar a prevenção, quando as ações de controle tendem a apresentar maior efeito.
Os drones são empregados no mapeamento de possíveis criadouros em áreas de difícil acesso. Já as ovitrampas permitem acompanhar a proliferação do mosquito por meio da coleta de ovos. A Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) ocorre em imóveis estratégicos, como escolas, rodoviárias, unidades de saúde e estações de metrô.
Medidas em regiões administrativas
Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs) foram instaladas em residências de Sol Nascente/Pôr do Sol, Recanto das Emas e Água Quente. Mosquitos com Wolbachia também foram liberados em dez regiões administrativas. A bactéria impede que o Aedes aegypti transmita os vírus da dengue, da zika e da chikungunya.
A população deve reservar ao menos dez minutos por semana para verificar quintais, calhas, vasos de plantas e recipientes que possam acumular água. Caixas-d’água e reservatórios precisam ficar vedados; baldes e vasilhames devem ser armazenados virados para baixo.







