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Polícia apreende remédios controlados em investigação sobre medicamentos falsificados em Goiás

Segunda fase da Operação Metástase cumpriu mandados em Goiás e São Paulo e investiga falsificação, lavagem de dinheiro e corrupção.

Polícia apreende remédios controlados em investigação sobre medicamentos falsificados em Goiás
Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil de Goiás apreendeu medicamentos de uso controlado, anabolizantes, produtos para emagrecimento, antibióticos e anti-inflamatórios durante uma operação contra um grupo suspeito de comercializar remédios falsificados contra o câncer. A ação também investiga falsificação de documentos, lavagem de dinheiro e corrupção de agentes públicos.

A segunda fase da Operação Metástase foi realizada na quinta-feira (10), em Goiânia, Senador Canedo e endereços no estado de São Paulo. Ao todo, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão temporária e uma prisão em flagrante. A operação foi conduzida pelo Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC) da Polícia Civil de Goiás.

Apreensões em Goiás

Em uma casa de Senador Canedo, os policiais localizaram grande quantidade de medicamentos. Entre os itens estavam antibióticos, remédios sujeitos a controle especial, conhecidos como tarjas pretas, e anti-inflamatórios. Conforme a Polícia Civil, um dos detidos declarou em depoimento que os produtos eram vendidos sem prescrição médica.

Em Goiânia, a equipe esteve em um estabelecimento comercial e recolheu medicamentos destinados ao crescimento e grande quantidade de produtos para emagrecimento. Os materiais serão submetidos a perícia. Celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos também foram apreendidos. A análise deve buscar informações sobre integrantes do grupo e sobre a compra, o armazenamento e a venda dos medicamentos.

Investigação sobre remédios oncológicos

A apuração começou depois que a Polícia Civil de São Paulo identificou uma rede de comercialização ilegal de medicamentos oncológicos, utilizados no tratamento contra o câncer. A investigação tenta esclarecer onde os produtos eram fabricados, adquiridos e distribuídos.

Polion Gomes Reinaux Gomes é apontado como líder do grupo e continua foragido. A corporação informou que ele também é citado em outras investigações de forças policiais sobre falsificação e comércio de produtos farmacêuticos. A divulgação do nome e da imagem busca ajudar na localização do investigado e permitir que eventuais vítimas o reconheçam e procurem as autoridades.

Os presos permanecem à disposição da Justiça. Participaram da operação a Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), a Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc), o GT3 e a Polícia Civil de São Paulo.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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