Blumenau, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
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PF associa jato usado por Flávio Bolsonaro e Moraes a Daniel Vorcaro

Aeronave Legacy 650 transportou o senador, o ministro do STF e a advogada Viviane Barci em viagens distintas.

Como é o jatinho de Vorcaro usado por Flávio Bolsonaro e Moraes
Foto: reprodução

A Polícia Federal associou a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, um avião Legacy 650 usado em janeiro de 2025 pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e, em outra ocasião, pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A advogada Viviane Barci, mulher do magistrado, também viajou na aeronave.

Flávio embarcou em Fort Lauderdale, na Flórida, com destino a Brasília, na véspera da posse de Donald Trump. Estavam com ele a mulher, as duas filhas e o advogado Willer Tomaz. A Polícia Federal localizou o registro do voo em comunicações de Tomaz durante a apuração de suspeitas de desvios em aposentadorias do INSS.

Um e-mail de 24 de janeiro de 2025 relacionava o deslocamento de Tomaz e de familiares, além de Flávio e seus parentes. No celular e na caixa de e-mails do advogado, os investigadores também encontraram fotografias, reservas, registros de voos e informações sobre aluguel de veículos.

Operação e características do avião

A Prime You, empresa responsável pela operação da aeronave, e Willer Tomaz estavam entre os cotistas do avião. Vorcaro era sócio da companhia naquele período, conforme as informações reunidas pela PF.

A Prime You apresenta o Legacy 650 como uma aeronave de grande porte, com 26 metros de comprimento, 21 metros de envergadura e velocidade de até 850 km/h. O modelo tem autonomia de 6.780 quilômetros e pode fazer, sem escala, a rota entre Rio de Janeiro e Miami.

A empresa também destaca o baixo ruído na cabine, lavabo privativo em compartimentos separados e bagageiro amplo. A viagem de janeiro faz parte de pelo menos cinco deslocamentos de Flávio com Tomaz.

Flávio afirmou manter com o advogado uma “relação de amizade legítima” e classificou como “mera ilação, sem qualquer fundamento nos fatos” qualquer insinuação de irregularidade. Tomaz disse que as viagens foram privadas e motivadas pela amizade com o senador. Ele também afirmou que não é investigado no caso do INSS.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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