Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Renan Santos critica apoio a Valdemar entre ex-manifestantes anticorrupção

Candidato do Missão falou durante ato em Balneário Camboriú e questionou a mudança de posição de parte dos eleitores.

Renan Santos fala em 'cinismo' de eleitores que apoiam Valdemar após protestos anticorrupção
Foto: Reprodução

Renan Santos, candidato do partido Missão à Presidência da República, criticou neste domingo (20) o apoio dado atualmente a Valdemar Costa Neto por parte de eleitores que participaram de protestos contra a corrupção em 2016. Segundo Renan, essas pessoas antes defendiam a prisão do presidente nacional do PL, partido de Flávio Bolsonaro, e hoje apoiam políticos ligados a ele.

Durante um ato na Praça Almirante Tamandaré, o candidato comparou esse comportamento à postura que atribuiu a eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva. "Hoje as pessoas saem na rua para parabenizar o Valdemar da Costa Neto", afirmou Renan.

Valdemar apoiou a candidatura de Lula em 2002, quando era aliado do PT. O dirigente também foi citado em uma investigação da Polícia Federal sobre o direcionamento de verbas de emendas. Na ocasião, Dino determinou a suspensão de R$ 119 milhões em emendas. As investigações apontaram indícios de que Valdemar influenciava, de forma clandestina, a destinação dos recursos, com auxílio de servidores da Câmara dos Deputados.

Valdemar negou a prática de crimes e declarou não haver prova ou indício de que tivesse aderido conscientemente a um suposto esquema criminoso.

Agenda de campanha

Renan chegou à praça em um ônibus de uma caravana que percorre cidades do Sul e do Sudeste do país. No palanque, esteve ao lado de Aroldo Medin, candidato a vice-presidente, e de Marcelo Brigadeiro, candidato do Missão ao governo de Santa Catarina.

O discurso durou cerca de 28 minutos. Renan criticou os governos de Lula e Jair Bolsonaro e defendeu uma candidatura independente dos dois grupos. Também abordou combate à corrupção, segurança pública e rejeitou a ideia de escolher o político considerado “menos ladrão”.

Depois do ato, o candidato foi à academia de Marcelo Brigadeiro, ainda em Balneário Camboriú. Em seguida, viajou de ônibus até Blumenau, no Vale do Itajaí, onde voltou a falar com apoiadores. Na cidade, tratou de terras raras, industrialização, segurança pública, audiências de custódia, migração, geração de empregos e infraestrutura.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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