Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Renan Santos critica Centrão e rejeita apoio a Lula ou Flávio Bolsonaro

Candidato do Missão defendeu mudanças fiscais, criticou o Supremo e afirmou ser contrário à reeleição.

Renan Santos diz que dever do partido dele é derrotar o Centrão
Foto: Gabriel Silva/Raspress/Estadão Conteúdo

O candidato à Presidência Renan Santos, do Missão, afirmou que o partido deve atuar para derrotar o Centrão. A declaração foi feita durante uma sabatina realizada nesta sexta-feira, 11. Para Santos, o grupo representa uma anomalia da política brasileira.

O candidato também associou uma eventual vitória do Partido Missão ao funcionamento da democracia no país. Na área econômica, voltou a defender a desvinculação dos pisos da saúde e da educação. Segundo ele, a medida permitiria maior controle das contas públicas, ampliaria a capacidade de o governo elaborar o orçamento e elevaria os investimentos.

Santos disse ainda que sua proposta não prevê manter inalterado o modelo do salário mínimo. A mudança, conforme afirmou, estaria relacionada aos gatilhos automáticos usados para reajustar benefícios vinculados ao piso nacional.

Pena de morte e outras propostas

Embora tenha declarado ser pessoalmente favorável à pena de morte, o candidato afirmou que o tema não seria desenvolvido em um primeiro mandato. Ele também rejeitou a classificação de que seria radical e disse se considerar uma pessoa sensata.

Em uma rodada de respostas rápidas, Santos declarou apoio à adoção de uma dosimetria para condenados pelos atos de 8 de janeiro, à alteração completa do foro privilegiado e à autonomia do Banco Central. Também reafirmou sua posição contrária à reeleição.

Segundo turno e Supremo

Santos negou a possibilidade de apoiar Flávio Bolsonaro, do PL, ou Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, em um eventual segundo turno. “Jamais vou trabalhar com a hipótese de eu me juntar a algum desses grupos políticos, porque eles são corruptos”, afirmou.

Ao comentar a crise no Supremo Tribunal Federal, o candidato disse que os acontecimentos poderiam mudar a dinâmica da disputa nas próximas duas semanas. Ele voltou a afirmar que não reconhece Alexandre de Moraes como legítimo após revelações sobre um suposto envolvimento do ministro com o Banco Master.

Questionado sobre quem seria mais afetado pela crise, Santos respondeu que Lula sofreria o maior impacto, mas acrescentou: “Vamos ver o que vai sair do Flávio”.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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