Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Brasil

Augusto Cury apresenta carta e se coloca como alternativa à polarização

Escritor afirma que avançou nas pesquisas eleitorais e defende a união de propostas associadas à direita e à esquerda.

O escritor Augusto Cury divulgou uma carta à nação brasileira e se apresentou como uma alternativa à polarização política. Candidato à Presidência da República, ele afirmou que cresceu nas pesquisas eleitorais mesmo sem estrutura financeira ou apoio de máquinas partidárias e palanques.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Cury declarou: “Disseram que era impossível, impossível furar a bolha, impossível romper essa polarização doentia que asfixia o Brasil há mais de 10 anos”. Na avaliação dele, o avanço representa a adesão de eleitores cansados de escolher entre dois lados que não os representam.

Na última pesquisa Quaest mencionada, o escritor alcançou 10% das intenções de voto. O resultado o colocou à frente de Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos.

Propostas apresentadas

Cury afirmou defender o que chama de melhor do capitalismo, com liberdade para empreender, trabalhar, produzir e prosperar, além de meritocracia. Também disse que sua visão social é orientada pelo que descreveu como um coração de médico.

Na carta, o candidato defendeu que o Brasil não precisa escolher entre crescimento econômico e justiça social, nem entre uma direita voltada ao pensamento e uma esquerda associada à sensibilidade. O texto propõe reunir elementos dos dois campos e colocar pessoas competentes para enfrentar problemas que afetam as famílias.

O desempenho de Cury foi impulsionado principalmente pelos eleitores que se identificam como independentes, sem adesão imediata à esquerda ou à direita. Nesse grupo, ele registrou 24% no primeiro turno. Essa parcela correspondia a 32% dos eleitores da amostra.

Entre os líderes citados, Luiz Inácio Lula da Silva aparecia com 21% e Flávio Bolsonaro, com 9%. Nas pesquisas Quaest, Cury passou de 2% para 10% das intenções de voto.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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