Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Augusto Cury apresenta propostas para turismo, educação e agronegócio

Em encontro com influenciadores digitais, candidato do Avante também falou sobre mudanças no BNDES e financiamento para microempresas.

Em evento com jovens influenciadores, Cury promete 'revolucionar' turismo, educação, medicina e agricultura
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) apresentou propostas para turismo, educação, medicina, agricultura e pequenos negócios durante um encontro com influenciadores digitais na capital paulista, nesta segunda-feira (21).

Para o turismo, Cury afirmou que pretende criar duas semanas anuais de promoções, chamadas por ele de Black Weeks, com convênios entre companhias aéreas, restaurantes e hotéis. A proposta, segundo o candidato, seria usada para atrair visitantes ao país. Ele declarou que o Brasil recebe 9 milhões de turistas, enquanto o México recebe cinco vezes mais e a Espanha, dez vezes mais.

Na educação, Cury disse que pretende transformar o ensino médio em ensino técnico. De acordo com ele, 80% dos jovens não fazem ensino técnico entre os 7,3 milhões de estudantes do ensino médio. O candidato também mencionou planos para promover mudanças na medicina.

Propostas para o agronegócio

Cury afirmou que quer dobrar a produção de alimentos nos próximos 10 anos. Em outra fala, detalhou a intenção de elevar a produção do agronegócio de 350 milhões para 700 milhões de toneladas em 10 anos e verticalizar o setor.

A proposta inclui deixar de vender soja e milho in natura e ampliar a produção de proteínas. Para isso, o candidato citou a instalação de frigoríficos no Nordeste e no Centro-Oeste, com produção de suínos e frangos. Segundo Cury, o objetivo também seria reduzir o preço dos alimentos no Brasil e alterar a pauta de exportação.

O candidato disse que o agronegócio tem lucratividade de 5% e paga 20% de custeio. Também afirmou ter projetos para citricultura, grãos e seringueira.

BNDES e microempresas

Cury declarou que pretende dividir o BNDES em dois bancos: um voltado para grandes empresas e outro para microempresas. Ele também propôs agências do banco empreendedor em comunidades ou favelas e em cada escola pública.

Sobre os juros, afirmou que uma alta de 1% na taxa Selic representa mais de R$ 100 bilhões em gastos para financiar o déficit público e a dívida pública. O candidato disse que pretende levar os juros para 5% a 6% ou 4% a 5% em um a dois anos. Com isso, segundo ele, seria possível ampliar o financiamento de 10 milhões para talvez 15 milhões de microempresas.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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