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Busca reúne bombeiros, policiais e cães após acidente de Jefferson em Aparecida

Restos mortais e peças de roupa foram encontrados em uma mata; a perícia ainda deve confirmar a identidade e a causa da morte.

Busca reúne bombeiros, policiais e cães após acidente de Jefferson em Aparecida
Foto: Reprodução

A operação que procurava Jefferson de Oliveira contou com 12 bombeiros, 12 policiais e dois cães farejadores nesta quarta-feira (16/9). Por volta das 17h30, a equipe encontrou restos mortais, um tênis e outras vestimentas em uma área de mata do Setor Vale do Sol.

O local fica a cerca de 2km do ponto onde Jefferson, de 43 anos, capotou o carro em 25 de julho de 2026. A Polícia Civil acredita que os materiais sejam do lustrador, mas a identificação ainda depende de confirmação. A perícia também deverá apontar se a morte ocorreu em razão dos ferimentos provocados pelo acidente.

O delegado Sérgio Henrique, responsável pela investigação, afirmou que os cães tiveram papel decisivo na localização. “A presença dos cães foi fundamental nessa operação. Cada cão desempenha o trabalho que em média seria realizado por 40 pessoas”, disse.

O desaparecimento

Jefferson deixou o veículo por volta das 10h30, depois de atingir um poste. Como cambaleava, testemunhas suspeitaram que ele estivesse bêbado e o hostilizaram. A situação ficou mais tensa porque havia um capacete dentro do carro, levando moradores a acreditar que ele tivesse atropelado um motociclista. A hipótese não se confirmou.

A polícia trabalha com a possibilidade de que Jefferson tenha entrado na mata próxima à avenida Jataí para evitar uma agressão. Desde então, ele não foi mais visto. Parentes e agentes fizeram buscas na região, enquanto uma força-tarefa reuniu a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal.

Durante a investigação, foram colhidos depoimentos e examinadas mais de 90 horas de gravações de câmeras de segurança. Um vídeo mostra Jefferson saindo do carro cambaleante e desnorteado antes de desaparecer.

A família ofereceu R$ 30 mil por informações sobre o paradeiro do lustrador. A preocupação aumentou porque o filho dele havia sofrido um acidente de moto e aguardava cirurgia, mas Jefferson não entrou em contato para saber como o rapaz estava.

Em 21 de agosto, Aldenice Mota, tia de Jefferson e principal representante da família nas buscas, disse que mantinha a esperança de encontrá-lo vivo. Ela avaliava que o acidente poderia ter causado perda de memória.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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