Blumenau, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
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Candidatura de Augusto Cury propõe isenção ampla para itens de saúde

Representante do Avante criticou a reforma tributária e apresentou prioridades para os primeiros 100 dias de governo.

Campanha de Cury defende que “saúde não deve ser tributada”

A candidatura presidencial de Augusto Cury (Avante) defende isenção tributária ampla para medicamentos, equipamentos e dispositivos médicos. A proposta foi apresentada por Paula Távora, representante da campanha, durante o Fórum Saúde, Diálogo e Desenvolvimento, realizado na 5ª feira (24.set.2026), em São Paulo.

Távora criticou o modelo previsto na reforma tributária. A legislação estima redução de 60% nas alíquotas de IBS e CBS para medicamentos em geral e alíquota zero para produtos específicos. Para dispositivos médicos, estão previstos tratamentos tributários diferentes conforme os produtos e as operações.

A representante afirmou que as regras não são claras e que serão aplicadas daqui a 3 meses. Também comparou a tributação de dispositivos médicos à cobrança de IPVA, argumentando que esses produtos seriam tributados na aquisição, no uso e na troca.

Prioridades para os primeiros 100 dias

Na área da saúde, a candidatura apresentou três frentes de atuação. A primeira é ampliar a atenção primária em municípios pequenos e regiões remotas, com mapeamento e estruturação de unidades de saúde.

A segunda prioridade é aplicar, na prevenção e no diagnóstico de doenças oncológicas, o modelo do Hospital de Amor, em Barretos (SP). A terceira envolve saúde mental, com foco em neurodivergência e na integração entre os setores de saúde e educação. Távora também citou a longevidade e defendeu políticas voltadas à funcionalidade da população idosa.

SUS, emendas e doenças raras

Sobre o financiamento do SUS, a representante disse que o principal problema está na gestão, e não na falta de recursos. A candidatura defende mudanças na distribuição e no acompanhamento do dinheiro público destinado à saúde.

Para as emendas parlamentares, a proposta é criar sistemas de governança que obriguem os parlamentares a justificar a aplicação dos recursos e a prestar contas dos resultados.

Na área da judicialização, a campanha propõe um departamento específico para doenças raras no Ministério da Saúde, com orçamento separado. A estrutura atenderia doenças preveníveis ou não, conforme a proposta apresentada por Távora.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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