Blumenau, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Colégio Faesa usa tecnologia e olimpíadas para desenvolver autonomia dos alunos

Unidade de Bento Ferreira, em Vitória, combina experiências práticas, acompanhamento docente e competições de conhecimento na formação dos estudantes.

Colégio Faesa usa tecnologia e olimpíadas para desenvolver autonomia dos alunos

A tecnologia é usada pelo Colégio Faesa como instrumento para que os estudantes criem, testem ideias e resolvam problemas, e não apenas consumam conteúdos digitais. Na unidade de Bento Ferreira, em Vitória, a proposta pedagógica também inclui acompanhamento dos professores, metodologias ativas e participação em olimpíadas do conhecimento.

Nas aulas de Educação Tecnológica, os alunos desenvolvem soluções, programas, objetos e novas formas de lidar com desafios. A atividade busca estimular o pensamento computacional e uma relação crítica e criativa com as ferramentas digitais. A escola afirma que esse trabalho não substitui a convivência nem a atuação dos professores, mas amplia as possibilidades de aprendizagem.

“Meu papel nesse processo é ser mediadora e incentivadora, criando situações para que as crianças pensem, experimentem e sejam protagonistas da própria aprendizagem”, afirma Raquel Rozana Volpato, professora de Educação Tecnológica do 1º ao 5º ano.

Aprendizagem baseada em experiências

A proposta da escola coloca o estudante em contato direto com situações de experimentação. Ele é incentivado a formular hipóteses, avaliar alternativas e aprender com os erros enquanto desenvolve autonomia, criatividade e capacidade de resolver problemas.

Nesse modelo, os professores acompanham o percurso dos alunos, observam potencialidades e dificuldades e orientam os próximos passos. Para Elisangela Teles, diretora pedagógica, o incentivo contínuo ajuda os estudantes a reconhecer suas capacidades e a avançar no desenvolvimento de seus talentos.

“É uma cultura que se desenvolveu no Colégio. Nós seguramos na mão dos estudantes e os fazemos acreditar que é possível”, diz Elisangela.

Olimpíadas como parte da formação

O Colégio Faesa participa de competições que mobilizam raciocínio, curiosidade científica e resolução de problemas, entre elas o Canguru de Matemática. A escola também destaca a participação na OBG e na IGEO.

Para Kaio Gava, professor de Geografia do Ensino Médio, essas atividades envolvem debates, troca de ideias e trabalhos coletivos relacionados aos conteúdos das aulas. Ele cita a OBG como uma competição que exige concentração e resolução de problemas do cotidiano.

A escola realiza anualmente uma premiação para os medalhistas, incluindo alunos das séries iniciais. De acordo com o Colégio Faesa, as medalhas são resultado de um processo que começa com o estímulo à curiosidade e à confiança dos estudantes.

A instituição informa que foi a única escola particular a representar o Estado na OBG Nacional por três anos consecutivos e a única a conquistar medalha internacional na IGEO. A diretora pedagógica afirma que essa cultura foi construída sem foco exclusivo nos resultados, com cada conquista associada ao percurso individual dos alunos.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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