Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Investigado por comandar crimes em Barra do Riacho é detido em Guarapari

Polícia Civil afirma que suspeito mantinha funções de comando mesmo escondido em Guarapari e foi autuado por tráfico de drogas.

Investigado por comandar crimes em Barra do Riacho é detido em Guarapari

O serviço de inteligência da Polícia Civil identificou o imóvel onde um homem investigado por comandar uma organização criminosa estava escondido em Guarapari. A prisão ocorreu nesta terça-feira (22), em uma ação conjunta das equipes da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Aracruz e da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari.

Ao perceber a chegada dos policiais, o investigado quebrou o próprio celular, em uma tentativa de impedir o acesso ao conteúdo do aparelho. Durante as buscas no imóvel, as equipes encontraram drogas. O material levou à lavratura de um auto de prisão em flagrante por tráfico, além do cumprimento de mandados judiciais.

O homem, de 24 anos, é apontado pela polícia como principal líder de uma facção com atuação no distrito de Barra do Riacho, em Aracruz. Contra ele havia mandados de prisão preventiva e temporária expedidos pela Justiça de Aracruz. Após saber que era procurado, ele teria deixado o município e passado a se esconder em Guarapari.

Investigações sobre o grupo

Segundo a Polícia Civil, mesmo à distância, o suspeito continuava exercendo funções de comando ligadas ao tráfico de drogas e a ações violentas. A organização é apontada como ligada à facção Terceiro Comando Puro (TCP) e também é investigada por homicídios e episódios de tortura contra moradores e usuários de drogas.

O delegado Vicente Pellegrino, titular da Denarc de Aracruz, afirmou que moradores suspeitos de repassar informações às forças de segurança e usuários com dívidas eram submetidos a agressões e sessões de tortura. “As investigações também apontaram que o suspeito participava dessas decisões e tinha a palavra final sobre as punições impostas pelo grupo”, disse.

De acordo com a polícia, algumas agressões eram gravadas e enviadas à liderança da organização. As investigações continuam para identificar e localizar outros integrantes.

O detido foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça. Pellegrino declarou que a polícia pretende localizar os demais envolvidos e interromper as ações violentas e o tráfico atribuídos ao grupo.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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