Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Merisio propõe retorno de praças da reserva ao policiamento em Santa Catarina

Candidato se reuniu com a APRASC em Florianópolis e recebeu reivindicações de policiais e bombeiros militares.

Merísio se reúne com representantes dos praças e apresenta proposta para reforçar efetivo da segurança

O candidato ao governo de Santa Catarina Gelson Merisio (PSB) propôs a criação de um programa para reintegrar praças da reserva que tenham interesse em voltar à atividade. A medida, apresentada durante reunião com representantes da categoria, busca ampliar o efetivo disponível para o policiamento ostensivo sem esperar o período necessário para formar novos policiais.

O encontro ocorreu nesta quinta-feira (10) com o presidente da Associação dos Praças de Santa Catarina (APRASC), sargento Clailton de Oliveira. Na ocasião, foram discutidas demandas de policiais e bombeiros militares, e a entidade entregou um documento com reivindicações da categoria.

Entre os pontos apresentados estão o plano de carreira, o equilíbrio remuneratório entre diferentes graduações, a valorização salarial e a proteção dos pensionistas dos militares estaduais. O documento deverá subsidiar a elaboração de propostas específicas para policiais e bombeiros militares.

Proposta para o efetivo

A iniciativa de Merisio prevê o retorno de profissionais experientes às ruas. Para o candidato, a reintegração pode ampliar rapidamente o número de policiais e reduzir a necessidade de aguardar a formação de novos agentes.

“O Estado precisa encontrar soluções rápidas para recompor o efetivo e colocar mais policiais nas ruas”, afirmou Merisio. Segundo ele, a proposta pode gerar resultados em curto prazo e com menor custo para o Estado.

Santa Catarina conta atualmente com pouco mais de 9,5 mil policiais militares na ativa. A recomposição do efetivo é apresentada como uma das prioridades do plano de governo de Merisio para a segurança pública.

O candidato também defendeu que as políticas para a área associem a valorização das carreiras a melhores condições de trabalho e ao aumento da presença policial. “Não existe política de segurança pública eficiente sem valorizar quem está na linha de frente”, declarou.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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