Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Prova, edital e conteúdo em dia
Brasil

Partidos brasilienses enfrentam dificuldade para alcançar o quociente eleitoral

Mobiliza e Democrata reúnem candidatos conhecidos, mas não têm garantia de votos suficientes para eleger representantes.

Partidos brasilienses enfrentam dificuldade para alcançar o quociente eleitoral

Ao menos quatro partidos que disputam as eleições proporcionais em Brasília enfrentam dificuldades para alcançar o quociente eleitoral, mesmo com candidatos já testados nas urnas. Entre as legendas está o Mobiliza, antigo PMN.

Ex-distritais que se filiaram ao partido fizeram um acordo para evitar a presença dos chamados “tubarões”, candidatos com votação elevada que podem usar os demais concorrentes como “escadas”. Nesse arranjo, os votos dos demais ajudam na soma da legenda, mas não necessariamente garantem a eleição deles.

A chapa do Mobiliza reúne os ex-distritais Raad Massouh, Tabanez e Reginaldo Sardinha, além da antiga suplente Crícia Cantora de Pentecostes. Embora tenham potencial eleitoral, nenhum deles tem garantia de alcançar o quociente. Sem atingir esse índice, o partido não elege representantes.

Situação do Democrata

O Democrata, antigo Partido da Mulher Brasileira, enfrenta situação semelhante. A legenda tem Jorge Viana, atual distrital com um nicho eleitoral comprovado, e conta ainda com o ex-deputado federal Luís Miranda e o Guarda Jânio, descrito como suplente recorrente.

Além do Mobiliza e do Democrata, existem pelo menos mais três partidos com dificuldade para alcançar o quociente eleitoral nas eleições brasilienses.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5