Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Renan Santos pede saída de autoridades em ato no Ibirapuera

Candidato do Missão apresentou manifesto com críticas ao STF, à Polícia Federal, à PGR e à condução das investigações sobre o Banco Master.

Renan Santos faz ato no Ibirapuera e pede afastamento de Toffoli e Moraes do STF, de Andrei da PF e de Gonet da PGR
Foto: TV Globo

O candidato à Presidência da República Renan Santos, do Missão, pediu nesta segunda-feira (7) o afastamento de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, além de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, e Paulo Gonet, procurador-geral da República. As declarações foram feitas durante um ato no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

As reivindicações estão em um manifesto apresentado por Renan no evento. O documento defende a continuidade das investigações sobre o Banco Master, com apuração da conduta de lideranças políticas, empresariais e do meio jurídico, sem restrições.

“Que se abra a caixa-preta do Banco Master e que parem todos na cadeia”, afirmou o candidato.

Críticas à política e proposta de nova Constituição

Durante o discurso, Renan criticou a falta de indignação da população diante dos problemas do país. Para ele, os brasileiros estão “viciados no erro” e pouco dispostos a abandonar práticas tradicionais da política. O candidato também disse ter ficado assustado ao ver o presidente Lula e Flávio Bolsonaro nas primeiras colocações das pesquisas eleitorais.

Renan afirmou que o combate à corrupção teria deixado de ser prioridade e dado lugar à defesa de políticos de estimação. Ele também responsabilizou as gerações mais velhas pela permanência dos problemas nacionais e disse que os brasileiros mais jovens seriam os únicos preocupados com o futuro do país.

O candidato defendeu ainda a elaboração de uma nova Constituição. Segundo ele, a Carta atual e os responsáveis por sua elaboração fracassaram. Renan, porém, não detalhou como seria convocado o processo constituinte nem quais pontos pretende alterar.

Segurança pública

Na parte do discurso dedicada à segurança pública, Renan defendeu que policiais atirem contra criminosos armados e rejeitou classificar essa posição como radical. Ele afirmou não aceitar uma democracia que, em sua avaliação, submeta brasileiros ao crime organizado.

Na sequência, disse que o Brasil é uma república democrática e que os direitos humanos dos brasileiros devem ser respeitados.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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