Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Brasil

Renan Santos apresenta manifesto por mudanças no STF, PF e PGR

Candidato à Presidência pede a saída de ministros, autoridades e a continuidade das investigações sobre o Banco Master.

Renan Santos lança manifesto pela saída de Moraes e de Andrei

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) divulgou, em 2ª feira (7.set.2026), um manifesto que pede a saída de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli do Supremo Tribunal Federal (STF), de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal (PF) e de Paulo Gonet do comando da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O documento foi apresentado durante um ato no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Renan também convocou os demais candidatos à Presidência a assinarem o manifesto, que propõe transformar as críticas às instituições em mobilização política.

Propostas do manifesto

O texto defende a continuidade das investigações sobre o Banco Master e afirma que elas devem alcançar líderes políticos, empresariais e do meio jurídico envolvidos no caso. O documento pede ainda a abertura da chamada “caixa-preta do Banco Master” e responsabilização dos envolvidos.

Entre as pessoas e locais mencionados estão Daniel Vorcaro, fundador do banco, Viviane de Moraes, o escritório de advocacia ligado a ela e o Resort Tayayá. O manifesto também cita pessoas relacionadas ao financiamento de Vorcaro ao “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A proposta é que as apurações sobre o Banco Master continuem sob condução do ministro André Mendonça, do STF. O documento também critica a atuação da Corte e afirma que o país estaria submetido a um sistema marcado por acordos políticos, recursos em espécie e negócios com banqueiros.

Críticas políticas

O manifesto contesta a avaliação de que o Brasil esteja dividido entre dois polos políticos. Segundo o documento, direita e esquerda seriam influenciadas pelos mesmos interesses. O texto cita nominalmente Daniel Vorcaro ao fazer essa crítica.

Ao apresentar suas propostas, Renan afirmou que pretende canalizar a insatisfação com a situação política do país. “A saída é política. E a reforma do Brasil é responsabilidade nossa”, diz o manifesto.

Na conclusão, o documento convoca uma mobilização nacional e pede uma ruptura com o que chama de ciclo das elites. O texto também afirma que ainda seria possível pôr fim ao caos.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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