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Vitória celebra 475 anos com histórias de quem escolheu ficar

Moradores associam a permanência na capital capixaba às praias, aos serviços, à tranquilidade e à proximidade entre as pessoas.

Vitória celebra 475 anos com histórias de quem escolheu ficar

A capital capixaba completa 475 anos com relatos de moradores que construíram sua trajetória na cidade ou decidiram se mudar para viver perto da família. Entre as razões para permanecer estão a estrutura urbana, as praias, a cultura, as belezas naturais e a sensação de proximidade no dia a dia.

A médica Luiza Norbim Rones, 25 anos, nasceu e foi criada em Vitória. Durante um estágio, passou um mês em Curitiba, experiência que considerou positiva, mas preferiu o clima da cidade capixaba. Para ela, Vitória combina características de uma cidade pequena com serviços, cultura, praias e oportunidades de uma capital.

Luiza também destaca que os moradores conhecem os lugares e frequentemente encontram pessoas conhecidas. Essa proximidade, segundo ela, convive com a estrutura disponível na cidade.

Histórias de permanência

O diretor escolar Wendel Freitas, 38, também nasceu em Vitória. Para ele, viver na capital permite aproveitar a praia durante o dia e as opções de lazer à noite, mantendo um jeito próprio de aproveitar a vida. Wendel afirma ainda que a cidade preserva suas raízes enquanto se prepara para o futuro.

Nascido em Jardim da Penha, o industrial Felipe Reggiani, 41, viveu nos Estados Unidos por um ano e na Espanha por três meses. Mesmo depois dessas experiências, diz preferir Vitória por reunir serviços de grandes capitais em uma área com tudo mais próximo, além de menos trânsito e mais segurança.

A dentista e empresária Andressa Hirle, 38, saiu do interior do Estado e se mudou para a capital aos 15 anos. Ela recebeu uma proposta para ir a São Paulo, mas afirma não ter vontade de deixar Vitória. A orla da Guarderia, os cafés com vista para o mar, as caminhadas na praia e a nova orla do canal fazem parte dos motivos citados por ela.

A cantora Flavinha Mendonça nasceu em Salvador e mora em Vitória desde a infância. Ela relaciona a cidade às lembranças pessoais e à carreira artística. Depois de se tornar mãe, passou a visitar com mais frequência lugares desenvolvidos e entregues à população, além de parques com áreas naturais.

Mudança para perto dos filhos

Os aposentados Maria Senhora Amaral Silva, 71, e Leonardo Raimundo Silva, 75, chegaram a Vitória há quatro anos. Naturais de Vitória da Conquista, na Bahia, deixaram a cidade natal para morar mais perto dos filhos.

No bairro Bonfim, encontraram a tranquilidade que procuravam, sem abrir mão de atividades de lazer. Incentivados pelos netos, começaram a frequentar a academia do Horto de Maruípe e também passaram a fazer caminhadas. Maria e Leonardo são casados há 54 anos.

Para os moradores ouvidos, o aniversário também marca a história, a cultura, as belezas naturais e o desenvolvimento da capital. As comemorações são associadas à continuidade de uma cidade que mantém características de proximidade sem deixar de oferecer serviços e opções de lazer.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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