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Estudante aguarda diploma após concluir curso de Educação Física em Goiânia

Aluna afirma que enviou a documentação exigida, mas não recebeu o histórico escolar nem conseguiu concluir o processo do diploma.

Estudante aguarda diploma após concluir curso de Educação Física em Goiânia
Foto: Arquivo pessoal

Uma estudante de Educação Física afirma que concluiu, em dezembro de 2025, um curso de complementação oferecido pelo InSaúde, mas ainda não recebeu o histórico escolar nem conseguiu finalizar o processo para obter o diploma. Segundo ela, os documentos exigidos foram enviados, porém as tentativas de contato com a instituição deixaram de ser respondidas.

A aluna já era licenciada em Educação Física e procurou o InSaúde em 2024 para fazer a complementação que permitiria obter o título de bacharel. Na matrícula, teria sido informada de que o curso seria concluído em 14 meses, com aproveitamento das disciplinas da graduação anterior.

As aulas ocorriam presencialmente na unidade do InSaúde no Setor Bueno, uma vez por mês, aos sábados, durante todo o dia. O curso também exigia estágio, atividades extracurriculares e a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

A última aula ocorreu em dezembro do ano passado. Depois disso, a estudante recebeu uma mensagem informando que a instituição estaria em recesso e que deveria procurar a faculdade em janeiro. Ao tentar retomar o contato, no entanto, afirma que não obteve resposta.

Em março, ela reenviou a documentação, incluindo os comprovantes do estágio, as horas extracurriculares e o TCC. Conforme o relato, o trabalho já estava pronto e foi encaminhado mesmo sem orientação da instituição sobre sua elaboração.

Unidade fechada e documentos emitidos por diferentes instituições

Diante da falta de respostas, a estudante foi ao endereço do InSaúde em janeiro deste ano. Encontrou o local fechado e com uma placa de “aluga-se”. Comerciantes da região teriam informado que a instituição havia deixado o imóvel em dezembro.

A aluna diz que não recebeu comunicado oficial sobre o encerramento das atividades no endereço. Depois do fechamento, também tomou conhecimento de que outros estudantes enfrentavam dificuldades para concluir os cursos e obter documentos acadêmicos.

Ela relata que continuou tentando contato com a secretaria e com diferentes responsáveis. As mensagens, enviadas por e-mail e por aplicativos, demoravam a ser respondidas ou não tinham retorno. Quando conseguia atendimento, era direcionada a outras pessoas sem uma solução definitiva.

Uma colação de grau foi realizada em abril deste ano pela Faculdade da Polícia Militar (FPM), com pelo menos sete pessoas conhecidas pela estudante. Segundo ela, a instituição também emitiu os diplomas dos participantes. Embora tivesse enviado a documentação anteriormente, a aluna afirma que não foi incluída na cerimônia.

A estudante diz que o InSaúde inicialmente funcionava como polo da Faculdade Mauá, de Brasília, responsável pelas matrículas e pela emissão de documentos. Depois, alunos passaram a receber registros vinculados a outras instituições.

Um estudante que concluiu o curso em 2023 teria recebido diploma da Faculdade Piracanjuba (FAP). Outro aluno que participou da colação de grau de abril recebeu documentos da FPM. Mais recentemente, uma estudante recebeu histórico escolar relacionado à Faculdade Dom Bosco, do Paraná.

No caso da aluna, o contrato de matrícula está vinculado à Faculdade Noroeste (FAN). Para ela, a participação de diferentes instituições dificulta a identificação de quem deve concluir os processos acadêmicos e emitir a documentação.

Posicionamento do InSaúde

Em nota, o InSaúde afirmou que continua atendendo os alunos por canais digitais, especialmente pelo WhatsApp. A instituição informou que a mudança no atendimento presencial faz parte de uma reestruturação operacional e da migração para um modelo predominantemente remoto, sem interrupção ou abandono da assistência aos estudantes.

Sobre a situação relatada, o InSaúde declarou não ter, em seus registros, aluno que tenha concluído regularmente e integralizado todos os requisitos acadêmicos em dezembro de 2025 e ainda esteja sem encaminhamento ou solução para a documentação.

A instituição informou que há atualmente menos de 10 alunos com pendências acadêmicas individualizadas. Conforme a nota, esses casos estão em tratativa com as instituições de ensino superior responsáveis, com acompanhamento do InSaúde dentro de sua área de atuação.

O InSaúde também afirmou que, como a estudante não forneceu identificação, não pode verificar a situação individual, comparar o relato com os registros oficiais ou esclarecer eventual pendência. A instituição disse que poderá analisar o caso se os dados forem apresentados por meio adequado, com preservação do sigilo e proteção prevista na LGPD.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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