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Fim de semana reúne 47% dos acidentes na BR-153 em Goiás desde 2022

A Polícia Rodoviária Federal contabilizou 4.272 sinistros na rodovia até agosto de 2026; 2.010 ocorreram entre sexta-feira e domingo.

Fim de semana reúne 47% dos acidentes na BR-153 em Goiás desde 2022

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) contabilizou 4.272 acidentes na BR-153 em Goiás desde 2022 até agosto de 2026. Desse total, 2.010 ocorreram entre sexta-feira e domingo, o equivalente a 47% dos registros.

O sábado concentrou 684 acidentes no acumulado, seguido pelo domingo, com 673, e pela sexta-feira, com 653. Depois aparecem segunda-feira, com 610; terça-feira, com 561; quarta-feira, com 556; e quinta-feira, com 535.

O levantamento reúne dados de 2022, 2023, 2024, 2025 e dos primeiros oito meses de 2026. O total anual passou de 859 acidentes em 2022 para 973 em 2025, uma alta de 13,3%. Entre janeiro e agosto de 2026, foram registrados 656 sinistros, 714 feridos e 56 mortes.

Repetição do padrão

A concentração entre sexta-feira e domingo aparece em todos os anos analisados. Em 2022, foram 420 acidentes nesses dias, de um total de 859, ou 48,9%. O sábado liderou, com 153 casos.

Em 2023, os três dias somaram 436 dos 877 acidentes, correspondentes a 49,7%. A sexta-feira teve o maior número, com 152 registros. Em 2024, foram 408 ocorrências entre sexta-feira e domingo, de um total de 907, ou 45%. Em 2025, foram 443 de 973, equivalentes a 45,5%. Nesse ano, o domingo liderou, com 163 casos, seguido pelo sábado, com 147, e pela sexta-feira, com 133.

Entre janeiro e agosto de 2026, o domingo ficou na primeira posição, com 104 acidentes. O sábado registrou 101, e a sexta-feira, 98. Juntos, os três dias somaram 303 ocorrências, ou 46,2% do total. A quinta-feira teve o menor número, com 75.

Causas registradas

Em 2025, a ausência de reação do condutor foi apontada em 164 acidentes, seguida pela reação tardia ou ineficiente, com 162. A ingestão de álcool apareceu em 95 registros, e a falta de distância do veículo à frente, em 84.

Nos primeiros oito meses de 2026, a reação tardia ou ineficiente liderou, com 114 casos. A ausência de reação teve 98 registros; a falta de distância de segurança, 56; e a ingestão de álcool, 53.

O especialista em segurança viária André Abiazzi afirmou que a concentração de acidentes precisa ser analisada junto com o fluxo de veículos e o perfil das viagens. Ele também disse que os dados não cruzam as causas com os dias da semana e, por isso, não permitem atribuir a concentração a fatores específicos.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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