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BetBolt vence leilão e define nome do filho de Bonnie Blue

Influenciadora britânica disse que recebeu 1,2 milhão de libras pelo direito de escolha e pretende registrar o bebê como BetBolt.

BetBolt vence leilão e define nome do filho de Bonnie Blue
Foto: Redes Sociais

A empresa BetBolt venceu um leilão promovido por Bonnie Blue e escolheu o nome do filho da influenciadora britânica. Com a oferta de 1,2 milhão de libras, cerca de R$ 8,2 milhões, o bebê deverá ser registrado como BetBolt, mesmo nome usado pela plataforma de cassino online, criptomoedas e apostas esportivas.

Bonnie, de 27 anos, anunciou o resultado aos seguidores depois de disponibilizar o direito de definir o nome da criança. Ela afirmou que pretende usar o valor para assegurar um futuro financeiro confortável ao filho. A influenciadora também declarou que planeja comparecer ao Cartório de Registro de Westminster, em Londres, para formalizar o registro.

Justificativa para o leilão

Antes da divulgação do nome, Bonnie explicou que a iniciativa buscava proporcionar ao filho uma condição financeira privilegiada. Entre as justificativas apresentadas, disse que queria que a criança “permaneça em uma faixa de impostos mais alta” e não dependesse de benefícios do governo.

“Um estranho me engravidou, e agora um estranho vai poder escolher o nome dele”, afirmou a britânica.

Bonnie Blue foi banida do OnlyFans e já havia sido presa na Indonésia após cometer um ato ilegal no país. Ela também se envolveu em uma polêmica com a embaixada britânica.

Reações ao nome escolhido

A escolha provocou críticas nas redes sociais. Advogados especializados em proteção à infância e defensores dos direitos das crianças questionaram a decisão de comercializar a identidade do recém-nascido.

Outra parte das críticas está ligada à atividade da BetBolt. Como a empresa atua com cassino e apostas esportivas, críticos contestaram o uso da marca como nome da criança. Eles defenderam que o caso seja analisado pelas autoridades britânicas responsáveis pela proteção de crianças.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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