Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Cury condiciona apoio a Flávio Bolsonaro a esclarecimentos sobre Dark Horse

Candidato do Avante diz que só liberará apoio ao candidato do PL se houver comprovação sobre corrupção e destino de recursos do filme.

Cury condiciona apoio a Flávio Bolsonaro se ‘provar que não tem corrupção’ em Dark Horse

Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência, afirmou que pode apoiar Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno, mas condicionou essa decisão a esclarecimentos sobre suspeitas envolvendo o filme Dark Horse, produção sobre Jair Bolsonaro. A declaração ocorreu horas depois de a Polícia Federal deflagrar uma operação para investigar possível desvio de recursos de emendas parlamentares destinados ao longa.

Cury descartou apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno. O escritor justificou a posição com referências a indicadores de educação que, segundo ele, mostram que o petista não teria condições de melhorar a área. Também citou aumentos nos feminicídios e no endividamento das famílias.

O candidato aparece em terceiro lugar na corrida presidencial. A última pesquisa Quaest mencionada no texto indica 8% das intenções de voto, resultado que torna seu apoio alvo de interesse das duas principais candidaturas.

“Ele tem que provar para onde foi o dinheiro do 'Dark Horse'”, afirmou Cury. O candidato também disse que Flávio deveria assumir, em cartório, o compromisso de executar seu plano de governo. Caso as condições sejam atendidas, Cury declarou que seus apoiadores estariam liberados para votar no candidato do PL.

Declarações de outros candidatos

Renan Santos, candidato do Missão à Presidência, avaliou que a operação da Polícia Federal pode favorecer o crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas por ampliar a exposição do candidato no noticiário. Ele também afirmou que o eleitor já teria demonstrado não se importar com corrupção. Renan participou de um ciclo de debates promovido pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil, em São Paulo.

Ao comentar a crise no Supremo Tribunal Federal, Renan disse que o próximo presidente fará quatro nomeações para a Corte e avaliou que isso poderá levar a uma pacificação. Para ele, o resultado dependerá de haver leniência com práticas de corrupção ou de ser estabelecido um novo pacto de funcionamento institucional.

Romeu Zema, candidato do Partido Novo, elogiou, em entrevista, a decisão de Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal. Fachin anulou despachos de André Mendonça e Flávio Dino relacionados ao comando da Polícia Federal. Zema criticou o funcionamento do Supremo e mencionou o banqueiro Daniel Varcaro.

A assessoria de imprensa de Caiado informou que ele foi internado para tratar uma faringite aguda. O objetivo, segundo a equipe, é acelerar a recuperação para que ele retome a agenda de campanha o mais breve possível.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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