Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Renan Santos propõe fim de cursos gratuitos e da autonomia universitária

Candidato do Missão quer concentrar recursos públicos em ciência, tecnologia, engenharia e matemática e critica Fies e ProUni.

Renan Santos quer acabar com curso de Direito gratuito e outras duas graduações e chama Fies e Prouni de ‘fiascos’

O candidato à Presidência da República Renan Santos, do Missão, defendeu nesta quinta-feira (9) o fim da autonomia universitária e dos cursos gratuitos de Direito, Sociologia e Antropologia. As declarações foram feitas durante um evento na Câmara Americana de Comércio para o Brasil.

Renan afirmou que os recursos públicos do ensino superior deveriam ser direcionados às áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, conhecidas pela sigla Stem. Segundo ele, esses campos contribuem para o aumento da produtividade, enquanto a formação de antropólogos e sociólogos não deveria receber investimento público.

“Uma briga que tem que ser comprada é acabar com a autonomia universitária”, disse o candidato. Ele associou o modelo a regras próprias para aumentos salariais e a sistemas de gestão que, em sua avaliação, não priorizam tecnologia e biotecnologia.

A autonomia universitária é prevista no Artigo 207 da Constituição Federal. O dispositivo estabelece que as universidades públicas têm autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial.

Propostas para o ensino superior

O candidato também defendeu que os incentivos destinados a universidades privadas sejam concentrados em poucas instituições. Além disso, propôs ampliar as parcerias entre universidades e o setor privado.

Ao comentar a escolha dos cursos, Renan disse que estudantes interessados em Sociologia ou Direito deveriam pagar pela formação. “Quer fazer sociologia, quer fazer faculdade de direito? Pague”, afirmou.

Renan Santos classificou o Fies, Fundo de Financiamento Estudantil, e o ProUni, Programa Universidade para Todos, como “fiascos”. Na avaliação apresentada por ele, os programas endividaram estudantes e o sistema de renúncias fiscais do ensino superior favoreceu grupos educacionais que chamou de “fábricas de diploma”.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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