Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Prova, edital e conteúdo em dia
Brasil

Defesa de Karina Gama apoia fim de sigilo em investigação sobre Dark Horse

Advogado afirma que a transparência favorece a Justiça e reforça que a produtora nega ter cometido atos ilícitos.

Defesa de Karina Gama apoia fim de sigilo em investigação sobre Dark Horse
Foto: Reprodução/Redes sociais

A defesa de Karina Gama, dona da produtora Go Up, considerou positiva a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de retirar o sigilo da investigação sobre possíveis irregularidades no uso de emendas parlamentares na produção de Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A manifestação foi divulgada neste domingo, 13, pelo advogado Ricardo Sayeg. Em nota, ele afirmou que a medida envolve elementos de uma apuração conduzida pela Polícia Civil do Estado de São Paulo sobre o Instituto Conhecer Brasil e um contrato com a Prefeitura de São Paulo.

A defesa declarou que a produtora já entregou voluntariamente mais de 20 mil páginas de documentos e que Karina Gama nega a prática de atos ilícitos. Também sustentou que a investigação não equivale a uma acusação ou condenação.

“A transparência interessa à Justiça, à sociedade e, sobretudo, à própria defesa”, escreveu Sayeg.

Segundo a nota, Karina continuará colaborando com as autoridades competentes e exercendo seu direito constitucional de defesa. O advogado disse ainda que a divulgação completa dos fatos permitirá esclarecer a situação da produtora.

Materiais passam a tramitar publicamente

Na decisão, Flávio Dino determinou que os documentos, dados e demais elementos enviados pela Justiça de São Paulo ao STF se tornem públicos. O material foi apreendido pela Polícia Civil paulista durante a apuração que envolve a produtora do filme e suspeitas de desvio de recursos públicos, incluindo emendas parlamentares.

O ministro também ordenou que celulares, computadores, documentos e o conteúdo bruto extraído dos aparelhos apreendidos sejam entregues à Polícia Federal. Todo o material recebido da Vara Estadual das Garantias de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens de São Paulo deverá tramitar publicamente no Supremo.

A defesa afirmou que continuará acompanhando o caso e colaborando com as autoridades, enquanto sustenta que os fatos devem ser analisados dentro do devido processo legal.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5