Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Denúncias apontam problemas de higiene na cozinha do Hugo, em Goiás

Colaborador relata falta de EPIs, alimentos inadequados e sujeira; hospital nega evidências de irregularidades e intoxicação ligada à cozinha.

Denúncias apontam problemas de higiene na cozinha do Hugo, em Goiás

Colaboradores do Hospital Estadual de Urgências de Goiás (Hugo) relataram problemas de higiene, segurança e manutenção na cozinha da unidade. O hospital é administrado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, e o serviço de alimentação é realizado por uma empresa terceirizada, responsável pela cozinha e pelo refeitório.

Um colaborador que não quis se identificar afirmou que as refeições destinadas a pacientes e funcionários seriam preparadas em condições inadequadas. Entre os problemas mencionados estão a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs), a sujeira nas câmaras frias e o recebimento de verduras e folhas em más condições.

“Quando tem, é universal. Um EPI para todos usarem”, disse o colaborador. Ele também relatou que paredes, pisos, fogões, utensílios e outras estruturas da área de preparo apresentariam sujeira e falta de manutenção. Segundo o denunciante, a direção do hospital e a empresa terceirizada já teriam sido informadas, mas não teriam adotado medidas para resolver a situação.

O colaborador relacionou as denúncias a supostos casos de intoxicação alimentar envolvendo a comida fornecida na unidade. Também afirmou que os problemas persistem há mais de um ano e teriam se agravado recentemente. “Eles só visualizam as mensagens e não respondem”, declarou.

Posicionamento do hospital

O Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz informou que não existe registro técnico ou evidência laboratorial indicando condições inadequadas na cozinha ou ligação entre o local e episódios isolados de intoxicação alimentar.

A unidade afirmou que todos os colaboradores recebem EPIs adequados às atividades desempenhadas, com orientação para reposição quando necessário. O hospital também declarou que os equipamentos da cozinha passam por verificações e manutenções, sendo substituídos quando houver indicação técnica.

A instituição informou ainda que a área de produção de refeições é acompanhada por órgãos competentes e que eventuais relatos de irregularidades são submetidos a investigação técnica e epidemiológica. O hospital reafirmou o compromisso com a segurança alimentar de pacientes e colaboradores, o cumprimento das boas práticas e a melhoria contínua dos processos.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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