Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Ministro da Justiça determina demissão de Eduardo Bolsonaro da Polícia Federal

Ex-deputado respondia a processo disciplinar por não retornar ao cargo de escrivão após deixar o mandato parlamentar.

Eduardo Bolsonaro é demitido da PF por abandono de cargo
Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, determinou a demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal (PF). A decisão foi assinada em 18 de setembro e publicada nesta segunda-feira (21/9).

Eduardo Bolsonaro respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) por abandono de cargo. A investigação havia sido concluída pela PF em julho deste ano, e o relatório final foi divulgado em 21 de julho. A decisão definitiva sobre a demissão cabia ao ministro da Justiça.

Processo disciplinar

O ex-deputado ingressou na PF em 2010, após ser aprovado em concurso público para escrivão. Depois de perder o mandato de deputado federal, em 18 de novembro de 2025, passou a responder ao processo disciplinar.

O PAD foi instaurado no início deste ano porque Eduardo deveria ter retornado ao cargo de escrivão da PF no Rio de Janeiro após deixar o mandato, mas isso não ocorreu. Ele estava afastado da função desde fevereiro.

Eduardo Bolsonaro mora nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. Na ocasião, afirmou que buscava refúgio por causa de supostas perseguições políticas no Brasil.

Durante o procedimento, o corregedor regional da PF no Rio também determinou a entrega da carteira funcional e da arma de fogo.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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