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Família de jovem tetraplégico busca doações para tratamento em Goiânia

Pedro Henrique Carvalho Rodrigues precisa tratar escaras antes de iniciar a reabilitação, enquanto a família enfrenta despesas e falta de renda.

Família de jovem tetraplégico busca doações para tratamento em Goiânia

A família de Pedro Henrique Carvalho Rodrigues, de 24 anos, busca ajuda para manter o tratamento do jovem, que ficou tetraplégico após reagir a um assalto. Ele movimenta apenas a cabeça e precisa cicatrizar feridas antes de ser internado para iniciar a reabilitação.

A renda da casa é de um salário mínimo, recebido por Pedro como benefício. O aluguel custa R$ 1 mil e, segundo a mãe, consome cerca de 62% do valor. Também há gastos com fraldas, medicamentos, pomadas, placas para o tratamento das escaras, alimentação e contas de água e energia.

As feridas são uma das principais preocupações da família. Os médicos informaram que Pedro precisa fechá-las antes da internação e do início da reabilitação. “A gente está correndo contra o tempo para fechar essas escaras”, relatou a mãe.

A situação se agravou depois que ela passou por uma cirurgia de urgência. O marido deixou o emprego para cuidar de Pedro e, agora, também precisa ajudar a esposa durante a recuperação. Antes da cirurgia, ela fazia brigadeiros para o marido vender, mas essa fonte de renda foi interrompida.

A família também tenta melhorar as condições do quarto onde Pedro permanece. O calor dificulta o cuidado com as feridas, e a mãe pretende instalar um climatizador ou, se conseguir, um aparelho de ar-condicionado.

As três filhas do casal moram em Brasília. Como são casadas e têm filhos, não conseguem permanecer em Goiânia para auxiliar nos cuidados diários. Atualmente, a casa é ocupada pela mãe, pelo marido e por Pedro.

Fernanda Carvalho de Moraes afirma que recebe parte dos materiais para curativos por meio da Prefeitura, mas ainda precisa comprar pomadas, placas e outros produtos. A família pede doações de alimentos, fraldas, medicamentos e materiais usados no tratamento das escaras.

“Eu já não sei mais o que fazer. A gente precisa muito de ajuda”, disse a mãe. As contribuições podem ser feitas por qualquer valor pelo Pix 62981290577, em nome de Fernanda Carvalho de Moraes.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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