Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Merisio defende aliança entre SC e governo federal em ato com Lula

Candidato do PSB ao governo catarinense afirmou que alinhamento pode destravar investimentos e criticou a gestão de Jorginho Mello.

Em ato ao lado de Lula, Merísio diz que Santa Catarina precisa “reencontrar” o Brasil

O candidato do PSB ao Governo de Santa Catarina, Gelson Merisio, defendeu neste sábado (19) uma articulação entre os governos estadual e federal para ampliar investimentos no estado. Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele afirmou que a aproximação deve permitir a retomada de obras, serviços e ações federais.

Merisio disse que a gestão de Jorginho Mello (PL) deixou de acessar cerca de R$ 24 bilhões recentemente. Como comparação, citou o Paraná, que teria obtido R$ 8 bilhões em investimentos viários no mesmo período.

“Reencontrar Santa Catarina com o Brasil” foi a síntese apresentada pelo candidato para a estratégia de campanha. Ele também afirmou que a retomada do apoio federal às concessões de rodovias pode mudar a logística catarinense.

O ato “O Brasil pronto para mais” ocorreu na Praça Tancredo Neves, em frente à Assembleia Legislativa, em Florianópolis. A mobilização teve a participação de candidatos da coligação do Campo Democrático em Santa Catarina, além de militantes, apoiadores e lideranças políticas de várias regiões do estado.

Discursos de Lula e Merisio

Lula afirmou que a candidatura de Merisio foi definida para ampliar o diálogo com o agronegócio e fazer oposição ao governador Jorginho Mello. O presidente também defendeu a atuação do governo Lula-Alckmin na agricultura e declarou que os maiores investimentos de crédito para o setor ocorreram durante seus mandatos, destinados a grandes e pequenos negócios.

Durante o discurso, Lula abordou ainda a soberania nacional, a exploração e a industrialização de terras raras no Brasil e a necessidade de aumentar a participação feminina na política. Em referência à proximidade da família Bolsonaro com o governo dos Estados Unidos, afirmou: “Eu não tenho duas pátrias”.

Merisio disse que entrou na disputa estadual após um convite de Lula e definiu a candidatura como uma missão para construir pontes de diálogo. Entre os objetivos citados, mencionou ajudar o presidente a ser ouvido pelos catarinenses e apresentar uma visão diferente sobre o estado.

O candidato também repudiou agressões contra Fernanda Klitzke, segunda suplente de senadora na chapa com Délio Lima (PT), em Jaraguá do Sul. Ele afirmou que pretende ampliar o apoio a Lula em Santa Catarina e declarou que o estado não é de direita nem de extrema direita, mas de pessoas trabalhadoras que devem reelegê-lo.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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