Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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MPRN apura possível anulação de concurso da Polícia Penal após prisões

Procedimento investiga suspeitas de fraude na prova objetiva e solicita informações à Secretaria de Administração e ao Instituto Avalia.

MPRN apura possível anulação de concurso da Polícia Penal após prisões
Foto: Divulgação MPRN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) abriu um procedimento para verificar se as provas escritas do concurso da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) devem ser anuladas. A seleção oferece vagas e cadastro de reserva para os cargos de policial penal e especialista em assistência penitenciária.

A apuração começou após a prisão em flagrante de 11 candidatos durante a realização da prova objetiva. Eles são investigados por portar equipamentos eletrônicos que poderiam ser usados para transmitir dados de maneira clandestina.

O MPRN também analisa o compartilhamento de imagens em aplicativos de mensagem durante o horário dos exames. As imagens indicam que o caderno de prova pode ter sido fotografado dentro do local de aplicação.

Documentos policiais já formalizados apontam que a banca organizadora não utilizou detectores de metais em todos os locais de prova. A investigação pretende dimensionar as possíveis irregularidades e verificar se os mecanismos de segurança conseguiram identificar e retirar participantes envolvidos nas suspeitas de fraude.

Informações solicitadas

Para avançar na apuração, o MPRN requisitou dados à Secretaria Estadual da Administração e ao Instituto Avalia. As instituições têm 15 dias para informar os locais de prova, os procedimentos preventivos adotados, o uso de detectores de metais e eventual contato anterior com órgãos de inteligência e investigação.

O Ministério Público também vai acompanhar as investigações da Delegacia Especializada de Defesa do Patrimônio Público e do Combate à Corrupção.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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