Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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MPRN avalia anulação de provas do concurso da Administração Penitenciária

Apuração considera prisões de 11 candidatos e suspeitas de vazamento de questões durante o exame aplicado no Rio Grande do Norte.

MPRN avalia anulação de provas do concurso da Administração Penitenciária
Foto: Divulgação/MPRN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) abriu um procedimento para avaliar se as provas escritas do concurso da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) devem ser anuladas. A apuração foi divulgada nesta terça-feira (15), após a prisão de 11 candidatos durante a aplicação da prova objetiva, realizada no último domingo (13).

A iniciativa é conduzida pela 70ª Promotoria de Justiça de Natal. O objetivo é identificar a dimensão das possíveis irregularidades e verificar se elas comprometeram a regularidade do concurso, que prevê vagas e formação de cadastro de reserva para os cargos de policial penal e especialista em assistência penitenciária.

Suspeitas investigadas

Entre os pontos analisados estão as prisões em flagrante de 11 candidatos. Conforme o MPRN, eles são acusados de portar equipamentos eletrônicos capazes de permitir a transmissão clandestina de dados durante o exame.

O procedimento também examinará o compartilhamento de imagens em aplicativos de mensagens enquanto as provas ainda eram aplicadas. Para o Ministério Público, o conteúdo indica que o caderno de questões pode ter sido fotografado dentro de um dos locais de prova.

Documentos policiais já formalizados apontam que a banca organizadora não usou detectores de metais em todos os locais de aplicação. A apuração deverá verificar se os mecanismos de segurança foram suficientes para identificar e retirar candidatos envolvidos nas possíveis fraudes.

Informações solicitadas

O MPRN requisitou dados à Secretaria Estadual da Administração e ao Instituto Avalia para avaliar uma eventual anulação. As instituições terão prazo de 15 dias para esclarecer as condições dos locais de prova, as medidas preventivas adotadas, o uso de detectores de metais e eventual contato anterior com órgãos de inteligência e investigação.

O Ministério Público também acompanhará as investigações da Delegacia Especializada de Defesa do Patrimônio Público e do Combate à Corrupção.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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