Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Otoni de Paula acusa Flávio Bolsonaro de ligação política com milícias do Rio

Deputado federal também atribui ao senador influência sobre hospitais federais, segurança pública e a criação do orçamento secreto.

Flávio Bolsonaro é agente político das milícias do Rio de Janeiro, denuncia Otoni de Paula
Foto: Reprodução/YouTube

O deputado federal Otoni de Paula (PSD-RJ) acusou o senador Flávio Bolsonaro de atuar como agente político das milícias que operam no Rio de Janeiro. As declarações foram feitas na última quarta-feira (27), durante o Podcast 3 Irmãos.

Otoni afirmou que Flávio já abrigou familiares de milicianos em seu gabinete e associou o senador a irregularidades e suspeitas de lavagem de dinheiro. Entre os casos citados está o chamado Bolsomaster, relacionado a uma produtora de filmes. Segundo o deputado, embora a produção custasse 69 milhões de reais, Flávio teria solicitado 134 milhões a Vorcaro.

O parlamentar também declarou que Flávio e Ciro Nogueira foram os mentores da criação do orçamento secreto, com o objetivo de garantir a sobrevivência política de Jair Bolsonaro.

Hospitais e segurança pública

Outra acusação envolve a atuação de Flávio nos hospitais federais do Rio de Janeiro durante a presidência do pai. Otoni disse que o senador organizava contratos, contratações e cargos nessas unidades. Também afirmou que uma milícia controlava o estacionamento de um dos hospitais e que Flávio teria se beneficiado dessa estrutura.

O deputado declarou ainda que Flávio dá sustentação política ao governador Cláudio Castro, a quem chamou de chefe de uma quadrilha que teria assaltado o Rio de Janeiro. De acordo com Otoni, as indicações na área de segurança pública do estado passavam pelo senador, inclusive para secretários que chegaram a ser presos.

Durante a participação, Otoni criticou a falta de enfrentamento de Flávio às milícias, mencionou homenagens feitas pelo senador a milicianos nas redes sociais e o classificou como o maior traidor da direita. Também descreveu o comportamento do senador como o de um “batedor de carteira”.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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