Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Agrodefesa apura uso de guias em transporte de gado furtado em Goiás

Processo investiga se servidor indicou propriedade própria como origem de animais retirados de uma fazenda em Orizona.

Agrodefesa apura uso de guias em transporte de gado furtado em Goiás

A Agrodefesa investiga se Guias de Trânsito Animal (GTAs) foram usadas para dar aparência legal ao transporte de gado furtado de uma fazenda em Orizona. A apuração administrativa também passou a considerar a possibilidade de falsidade ideológica.

De acordo com o processo, os documentos indicariam como origem dos bovinos uma propriedade em Vianópolis pertencente a um servidor da Agrodefesa que está sob investigação. Os animais, porém, teriam sido retirados de outra fazenda.

A GTA acompanha a carga durante o deslocamento e registra informações como o local de saída e o destino dos animais. Esses dados permitem o monitoramento da movimentação do rebanho pelos órgãos de defesa agropecuária.

Investigação administrativa

A agência incluiu a suspeita de falsidade ideológica em um processo administrativo disciplinar que já estava em andamento. A conduta é prevista no artigo 299 do Código Penal e envolve inserir informação falsa em documento para alterar a verdade sobre um fato juridicamente relevante.

No caso, a investigação busca verificar se os dados registrados nas GTAs correspondiam à origem efetiva dos animais transportados. A inclusão da hipótese no processo não confirma que a irregularidade tenha ocorrido. A apuração ainda está em andamento.

A Agrodefesa informou que mantém o caso sob sigilo por se tratar de um processo administrativo disciplinar em curso. Conforme a agência, a restrição busca preservar a investigação e permitir a responsabilização dos envolvidos caso as irregularidades sejam comprovadas. O órgão declarou que não compactua com práticas ilícitas e mantém procedimentos para apurar suspeitas desse tipo.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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