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Gibis de aventura e terror viram exercício de criatividade para aluno de Cariacica

Calebe Reis de Souza escreve e desenha as próprias histórias, com personagens inspirados em filmes, ciência, dinossauros e no hit “Thriller”.

Gibis de aventura e terror viram exercício de criatividade para aluno de Cariacica

A paixão por dinossauros ajuda a definir o gênero escolhido por Calebe Reis de Souza para criar seus gibis. Aos 9 anos, o aluno escreve os enredos, desenha os personagens e já produziu mais de 50 histórias como forma de diversão.

O estudante se inspira principalmente em filmes de aventura e no hit “Thriller”, de Michael Jackson. Suas produções também incluem elementos de ciência e terror. “Eu amo qualquer coisa que tem a ver com aventura e ciência”, afirma Calebe.

Calebe começou a elaborar os próprios personagens e histórias aos 7 anos, conforme relata a mãe, Grasiele Rodrigues, 38. Antes disso, entre os 4 e 5 anos, ele já demonstrava interesse pela leitura e costumava ler tudo o que encontrava.

A mãe afirma que se orgulha da capacidade do filho e espera que a habilidade seja desenvolvida de forma positiva. Para Grasiele, Calebe pode se tornar uma pessoa influente e importante para a sociedade.

Produção em sala de aula

Aluno do 4º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Ferdinando Santório, Calebe se destaca nas aulas de produção textual. O professor Jolimar Cosmo diz que o estudante tem potencial e deve produzir ainda mais histórias.

De acordo com o professor, o garoto se dedica à criação dos personagens e à organização dos enredos. Nas atividades com gibis, os alunos trabalham elementos como enredo, desfecho, consequência dos acontecimentos, balões e onomatopeias, além das linguagens verbal e não verbal.

Jolimar explica que a escola realiza momentos semanais de produção, seguindo o currículo da turma. Entre as estratégias utilizadas está a Inteligência Artificial, apresentada como uma forma de ampliar e tornar as atividades mais lúdicas.

O professor também busca abrir espaço para que os estudantes apresentem seus trabalhos. O objetivo, segundo ele, é manter as crianças motivadas a ler e produzir, mesmo em um período marcado pela tecnologia.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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