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Ministério orienta pacientes com doenças crônicas a participar do cuidado

Perguntas sobre tratamento, medicamentos e sinais de piora ajudam a reduzir riscos durante o acompanhamento de doenças crônicas.

Ministério orienta pacientes com doenças crônicas a participar do cuidado

O Ministério da Saúde orienta que pacientes com doenças crônicas participem das decisões sobre o próprio cuidado e compreendam o plano definido durante o atendimento. A recomendação inclui esclarecer dúvidas sobre o objetivo do tratamento, os medicamentos utilizados, as reações que exigem atenção, o momento de retornar e o local onde buscar ajuda caso o quadro piore.

A pasta também recomenda que o paciente peça novas explicações quando alguma orientação não estiver clara. “Se alguma informação não estiver clara, é importante pedir que o profissional explique novamente, em linguagem simples”, reforçou o Ministério da Saúde.

Sempre que possível, a orientação é comparecer à consulta ou ao atendimento com uma pessoa de confiança, especialmente quando houver dificuldade para entender ou memorizar as informações. Registrar os principais pontos recebidos também pode contribuir para a continuidade do cuidado.

Em situações de piora repentina ou emergência, o ministério orienta procurar atendimento imediatamente ou acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência pelo telefone 192.

As recomendações integram o tema do Dia Mundial da Segurança do Paciente, lembrado em 17 de setembro de 2026: Cuidado seguro para doenças não transmissíveis. A data destaca a proteção do paciente em diferentes etapas da assistência, incluindo prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, cuidados paliativos e autocuidado.

Doenças de longa duração

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que as doenças não transmissíveis, também chamadas de doenças crônicas, afetam bilhões de pessoas em todo o mundo e respondem por 74% das mortes no planeta. Entre os exemplos estão doenças cardiovasculares, cânceres, diabetes e doenças respiratórias crônicas.

Essas condições podem atingir pessoas de todas as idades e, por terem longa duração, costumam exigir acompanhamento contínuo ao longo da vida. Para a OMS, o enfrentamento do problema é uma prioridade global. A declaração política das Nações Unidas sobre doenças não transmissíveis e saúde mental defende o reforço da prevenção e do manejo de longo prazo, com acesso a cuidados seguros e de qualidade.

Segundo o Ministério da Saúde, o acompanhamento regular permite verificar a evolução da condição, fazer ajustes no tratamento quando necessário e organizar a assistência entre diferentes serviços.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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