Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Novo julgamento mantém condenação por feminicídio cometido em Anchieta

Alex de Almeida Barros recebeu 24 anos de prisão após recurso do Ministério Público do Espírito Santo e nova análise pelo Tribunal de Justiça.

Novo julgamento mantém condenação por feminicídio cometido em Anchieta

O Tribunal de Justiça do Estado determinou um novo julgamento e condenou Alex de Almeida Barros a 24 anos de prisão, em regime inicial fechado, pela morte de Euzineia Loyola Baptista. A decisão em segunda instância foi proferida na quinta-feira (17) e divulgada na sexta-feira (18).

A revisão do caso ocorreu após o Ministério Público do Espírito Santo (MPES) recorrer de uma decisão do Tribunal do Júri. No julgamento realizado em 2024, o Conselho de Sentença havia afastado, por maioria, as qualificadoras atribuídas ao crime.

O MPES argumentou que a conclusão dos jurados contrariava as provas reunidas no processo, principalmente em relação ao uso de asfixia e ao feminicídio. O recurso foi acolhido por desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado, que determinaram a realização de uma nova análise pelo júri.

A Corte considerou os laudos periciais, depoimentos e outros elementos do processo. Conforme a decisão, esse conjunto indicava que a morte ocorreu por asfixia e que o crime foi cometido durante uma relação íntima de afeto entre Alex e Euzineia.

Circunstâncias do crime

Segundo o MPES, o assassinato aconteceu em 17 de agosto de 2020, em um sítio pertencente à vítima. Alex teria asfixiado Euzineia e depois colocado o corpo dela em uma piscina. A perícia apontou asfixia mecânica por afogamento como causa da morte.

A condenação reconheceu o homicídio qualificado pelo emprego de asfixia e pelo feminicídio. Como o crime ocorreu em 2020, o feminicídio foi analisado no processo como qualificadora do homicídio. Desde 2024, a conduta passou a ser considerada crime autônomo, com pena prevista de 20 a 40 anos de prisão.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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