Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Padre leva celebração e comemora 53 anos no Pico da Bandeira

Evaldo Ferreira reuniu fiéis para uma missa no alto da montanha e recebeu um bolo surpresa após a subida.

Padre leva celebração e comemora 53 anos no Pico da Bandeira

A celebração dos 53 anos do padre Evaldo Ferreira aconteceu depois de uma subida ao Pico da Bandeira, onde ele celebrou uma missa a 2.891 metros de altitude. Participantes da expedição levaram um bolo sem avisá-lo e prepararam uma surpresa no alto da montanha.

A atividade ocorreu no último sábado, dois dias depois do aniversário do religioso, celebrado em 10 de setembro. Ao todo, 22 pessoas participaram do percurso, de acordo com Evaldo. Entre elas estava Claudio Zonatele. O pai dele, Nilton Praça, de 77 anos, também fez a caminhada até o pico. Outros visitantes que estavam no local se aproximaram e acompanharam a celebração.

O Pico da Bandeira fica entre o Estado e Minas Gerais e é o terceiro ponto mais alto do Brasil. Evaldo é padre da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Estado.

Fé e montanhismo

Esta foi a segunda edição da excursão. A primeira subida ocorreu no ano passado, quando o padre começou a proposta de aproximar a prática de montanhismo da fé. A ideia foi inspirada em Pier Giorgio Frassati, jovem italiano católico associado à oração, ao cuidado com os pobres e à paixão pelas montanhas.

“Ele me inspirou pela história de um jovem italiano que cuidava dos pobres e gostava de subir montanhas”, afirmou Evaldo. Segundo o padre, o objetivo é transformar o caminho até o pico em uma experiência de oração e reflexão, além do esforço físico.

Frassati foi canonizado pelo papa Leão 14 em 7 de setembro do ano passado. Para Evaldo, a subida também tem um sentido espiritual. “A verdadeira felicidade está em elevar o coração a Deus. Quanto mais alto, mais próximo de Deus”, declarou.

O padre disse que não esperava encontrar o bolo levado pelos participantes. A comemoração ocorreu depois da missa e da caminhada, cercada pelas pessoas que integraram a atividade. Em entrevista, Evaldo descreveu a experiência como uma oportunidade de gratidão, silêncio e perseverança.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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