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Parque Flamboyant completa 19 anos após história ligada ao Automóvel Clube de Goiás

Área prevista desde 1950 foi clube frequentado por intelectuais e políticos antes de ser transformada em unidade de conservação.

Parque Flamboyant completa 19 anos após história ligada ao Automóvel Clube de Goiás

O Parque Municipal Flamboyant Lourival Louza completa 19 anos nesta terça-feira (15). Inaugurado em 15 de setembro de 2007, o espaço ocupa cerca de 125 mil metros quadrados no Jardim Goiás, em Goiânia, e preserva remanescentes de vereda, buritis e a nascente do Córrego Sumidouro.

A área fazia parte da antiga Fazenda Botafogo. O projeto original do Jardim Goiás, aprovado em 1950, já previa duas áreas públicas nas margens do Córrego Sumidouro. Depois do remanejamento do bairro, os terrenos foram reunidos e, em 1981, a área destinada à unidade de conservação foi ratificada como “Parque F”.

Antes da criação do parque, o local abrigou o Automóvel Clube de Goiás. Fundado em 10 de junho de 1962, o clube ocupava 87 mil metros quadrados e era frequentado por intelectuais e políticos goianos.

Recuperação da área

O abandono e a ação de vândalos afetaram a vegetação. Conforme o plano de manejo, a área perdeu entre 35% e 40% de sua cobertura verde e também enfrentou problemas de poluição nas nascentes.

A proteção pública avançou em 2000, com o tombamento da área. Em 19 de março de 2004, o terreno do antigo clube foi doado ao município e incorporado a áreas públicas já existentes para formar o Parque Flamboyant.

As obras começaram em agosto de 2006, com a recuperação ambiental entre as principais tarefas. As margens da nascente do Córrego Sumidouro estavam alteradas pelo pisoteio de pessoas e animais, além de haver assoreamento e lixo nos lagos. A limpeza dos lagos ocorreu em agosto daquele ano.

O projeto de implantação havia sido lançado em outubro de 2005. A inauguração ocorreu com um concerto da Orquestra Sinfônica de Goiânia.

O plano de manejo previa ainda o plantio de mais de 70 espécies nativas, especialmente frutíferas, para recuperar áreas degradadas e oferecer alimento à fauna. O documento também registra uma área de brejo parcialmente preservada, com um pequeno lago de dois mil metros quadrados.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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