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Professores paralisam atividades e cobram respostas do governo do RN

Categoria realizou ato em Natal após o cancelamento de reunião de negociação e espera respostas sobre salários e condições nas escolas.

Professores paralisam atividades e cobram respostas do governo do RN

Professores da rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte fizeram uma paralisação de 24 horas nesta segunda-feira (21) e realizaram um ato em frente à Governadoria, em Natal. A categoria cobrou respostas do governo estadual para reivindicações como o pagamento de 1/6 de férias e do retroativo do Piso Salarial do Magistério de 2026.

Organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte-RN), a mobilização ocorreu depois que uma reunião da mesa permanente de negociação foi cancelada pela segunda vez. O encontro estava inicialmente marcado para 10 de setembro e ainda não tinha nova data definida.

De acordo com o coordenador-geral do Sinte-RN, Bruno Vital, o governo encaminhou um ofício neste final de semana para marcar a reunião para a próxima quarta-feira (23). Com o novo agendamento, o objetivo inicial da paralisação foi atendido, mas o sindicato mantém a cobrança por outras pautas.

Entre os temas estão o reajuste do piso do magistério, uma resposta sobre as reformas e a climatização das unidades escolares. Os professores também pedem esclarecimentos sobre o plano de carreira dos funcionários aposentados.

Reunião e reivindicações

A expectativa do sindicato é que o governo apresente respostas concretas e estabeleça prazos para atender às demandas na reunião de quarta-feira. A categoria também quer que as pendências da campanha salarial sejam solucionadas durante a atual gestão estadual, sem transferência para o próximo governo.

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação afirmou que, nos últimos anos de governo, a governadora Fátima Bezerra desenvolveu esforços para atender às pautas dos profissionais da educação. Sobre as reivindicações atuais, a secretaria informou que busca reunir condições financeiras para efetuar os pagamentos.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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