Blumenau, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Ciência

Nasa oferece certificado ligado a pixel das primeiras imagens do Roman

Programa permite reservar simbolicamente um pixel e consultar sua localização após a divulgação das primeiras imagens do telescópio.

Nasa oferece certificado ligado a pixel das primeiras imagens do Roman
Foto: Nasa/Divulgação

A Nasa criou um programa que permite reservar simbolicamente um dos pixels das primeiras imagens do Telescópio Espacial Nancy Gray Roman. Cerca de 1 milhão de pessoas poderão participar e receber um certificado com o próprio nome e um número associado ao cadastro.

Para entrar no projeto, é preciso acessar a página “Adote um Pixel”, criada pela agência, e preencher os dados solicitados. Depois do registro, um pixel será reservado e o certificado será enviado por email. Quando as primeiras imagens forem divulgadas, os participantes poderão consultar a localização do pixel associado a cada cadastro.

As primeiras fotografias do Roman devem ser divulgadas nos próximos meses. O telescópio já foi lançado, mas ainda precisa chegar ao destino previsto: o Ponto de Lagrange 2, uma região de equilíbrio entre as forças gravitacionais da Terra e do Sol, localizada a 1,5 milhão de quilômetros da Terra. Nesse ponto, as máquinas espaciais gastam menos combustível para se manterem posicionadas.

O que o telescópio vai observar

O Roman faz parte do trio de telescópios espaciais formado também pelo Hubble e pelo James Webb. Suas lentes são 100 vezes maiores que as do Hubble, e o equipamento pode observar uma região do espaço 100 vezes maior que a alcançada pelo telescópio.

A missão inclui investigar a natureza da energia escura, força que pode estar relacionada à expansão do universo, além de procurar exoplanetas, que são planetas fora do Sistema Solar e que orbitam outras estrelas. O Roman também estudará fenômenos observáveis apenas em luz infravermelha, invisível aos olhos humanos.

Enquanto o Roman será usado para observar grandes áreas do espaço, o Hubble registra imagens detalhadas de regiões específicas. Já o James Webb tem capacidade de ampliar a observação e revelar como o Universo era em seu início, há bilhões de anos atrás.

Texto produzido pela Redação Rota do Saber com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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