Viagem de Flávio Bolsonaro à África do Sul é usada contra Moro no Paraná
Reportagem relaciona viagem do candidato do PL a pessoas investigadas por descontos indevidos em benefícios do INSS.
Reportagem relaciona viagem do candidato do PL a pessoas investigadas por descontos indevidos em benefícios do INSS.
Senador viajou da Flórida a Brasília com a família e Willer Tomaz; empresa ligada a Vorcaro tinha uma cota da aeronave.
Texto critica a herança política do candidato, sua relação com Donald Trump e o diálogo com Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Jato da Embraer tem 26 metros, autonomia de 6.780 quilômetros e já transportou passageiros em viagens privadas.
Senador, familiares e o advogado Willer Tomaz usaram a aeronave em janeiro de 2025, no retorno dos Estados Unidos a Brasília.
Senador integrou a banca que recorreu ao STJ contra decisão que levou o caso de Ana Clara Machado a júri popular.
Casos envolvem milícias, contravenção, Comando Vermelho, lavagem de dinheiro e suspeitas de corrupção na política fluminense.
Programa atende 27,3 milhões de brasileiros e teve gratuidade ampliada durante o governo Lula.
Programa atende milhões de brasileiros e teve gratuidade, cobertura e orçamento ampliados durante o governo Lula.
Pré-candidato afirmou que espera receber apoio do senador em eventual segundo turno e defendeu parceria com os Estados Unidos sem abrir mão da soberania.
Candidato do Missão atacou adversários da direita e do governo Lula durante evento na zona sul de São Paulo.
Apartamento de Fabiano Zettel foi utilizado pelo filho de Bolsonaro no mês passado, segundo reportagem da revista Piauí.
Registros analisados pela Polícia Federal apontam viagens internacionais, uso de imóveis e voos compartilhados entre o senador e Willer Tomaz.
Thiago Miranda é investigado por intermediar contatos entre Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro em projeto de filme sobre Jair Bolsonaro.
Aliados temem que pedidos de sanções contra Alexandre de Moraes reaproximem Flávio Bolsonaro do governo Trump na reta final.
A proposta, aprovada na CCJ, deve ser analisada somente após as eleições de 2026, conforme anúncio de Davi Alcolumbre.
Documentos obtidos pela PF indicam que os negócios somavam cerca de R$ 130 milhões cada e tinham pagamentos tratados como prioritários pelo banqueiro.
A proposta foi aprovada na CCJ, mas Davi Alcolumbre anunciou que a análise no plenário ocorrerá somente após as eleições.
Aliados questionam a articulação de Rogério Marinho, a estratégia de comunicação e a influência do núcleo que atua nos Estados Unidos.
Pré-candidato do Avante afirmou que espera apoio do senador em um eventual segundo turno e defendeu parceria soberana com os Estados Unidos.